Ainda as recorrências…
Proponho um exercício: imagine que não contamos os anos e a única maneira que temos de diferenciar um ano do outro é através do casamento entre dia do mês e dia da semana…
Proponho um exercício: imagine que não contamos os anos e a única maneira que temos de diferenciar um ano do outro é através do casamento entre dia do mês e dia da semana…
Dentro do contexto Juliano, o ano tem 365 dias. A semana, sete. 365 não é múltiplo de 7! É isso o que chamamos de incomensurabilidade.
A incomensurabilidade da semana e do mês causa algumas confusões. Nunca sabemos com muita antecedência qual dia do mês irá cair em qual dia da semana.
A Páscoa é a grande celebração cristã. Se o Natal comemora o nascimento de Cristo, a Páscoa celebra sua ressurreição. E, convenhamos, o que é mais importante?
Sempre que chega este dia, me sinto compelido a escrever sobre o assunto, explicando porque o primeiro de abril é conhecido como o Dia da Mentira.
O ano reflete o tempo que a Terra leva para dar uma volta ao redor do Sol. E esse tempo, infelizmente, não pode ser descrito com um número inteiro de dias.
Este post começa com um puxão de orelhas. Acabo de ver um vídeo onde um ‘especialista’ explica que durante o equinócio o eixo de rotação da Terra fica perpendicular ao Sol. Não, não fica.
Na condição de Sumo Pontíficie, Júlio César já alimentava o desejo de reformar o calendário romano. Ele só não sabia como fazer isso…
O calendário romano estava completamente fora de sintonia com as estações do ano, culpa das idas e vindas de diversos governantes. Foi quando o imperador Júlio César se dispôs a colocar ordem na medição do tempo.
Em dezembro, o sol atinge seu máximo afastamento do Equador Celeste para o Sul. Isso “é a prova de que o Sol é invencível, e que vai ganhar a batalha contra a escuridão”. Leia para saber porquê.